A Semana



Doenças respiratórias são a maioria dos casos em PS Infantil

As doenças respiratórias foram as mais frequentemente presentes nos consultórios do Pronto Socorro Pediátrico do Hospital e Maternidade Mogi-Mater, que completou, em julho agora, seis meses de funcionamento. Casos de Covid-19, com internação, mas sem graves consequências, também se apresentaram, além de pacientes com gastroenterocolite aguda (diarreia, vômitos e desidratação). O balanço foi feito pela médica pediatra Natália Castilho Pinheiro, que divide a coordenação o PS Infantil com a também pediatra Tamara Marques.

Segundo a profissional, nesse período, foram feitas mais de 2,5 mil consultas, salientando que o número de atendimentos está cada vez maior, na medida que o hospital amplia, por sua vez, a gama de convênios médicos atendidos em pediatria. Atualmente, o PS Infantil do Mogi-Mater tem parceria, entre outros, com a SulAmérica Saúde, Porto Seguro Saúde, Bradesco, Mediservice, Cabesp, Allianz, Unimed Seguros. “Dentro de alguns dias, outros planos de saúde integrarão nossa rede”, informou Natália.

Sobre a recorrência de doenças respiratórias entre os atendimentos do Pronto Socorro Pediátrico, a médica afirmou que essas são sempre as enfermidades agudas mais frequentes em crianças. “Sabemos que os períodos de outono e inverno são os de maior circulação dos vírus causadores de doenças respiratórias na infância. As orientações preventivas são manter hidratação adequada com muitos líquidos, lavagem das mãos e uso de álcool gel, isolamento e uso de máscaras nos casos de sintomas respiratórios para evitar propagação dos vírus”, explicou Natália.

Covid-19

Os casos de Covid-19 na população infantil também estão sendo monitorados pela equipe do PS Infantil do Mogi-Mater. “Estamos sim atendendo alguns casos de crianças com infecção pelo Covid-19, porém, na maioria deles, a doença se manifesta como uma síndrome gripal, com coriza, tosse, febre, dor na garganta, mas sem necessidade de internação, ressaltou.

Quando levar ao PS?

Natália explicou, ainda, como os pais devem saber a hora de levar uma criança para o Pronto Socorro: “Nos casos de sintomas respiratórios leves, uma vez que se mantenha o bom estado geral e aceitação da dieta, não há necessidade de procurar o pronto socorro. Se houver surgimento de sinais de alarme, como febre, manchas no corpo, desconforto respiratório, vômitos ou queda do estado geral, orientamos que a procura do PS Infantil para que a criança seja avaliada e verificada possibilidade de complicações, como otites, bronquiolites ou pneumonias.

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