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Ansiedade e medo: quando é hora de procurar ajuda

Você já sentiu receio de realizar atividades rotineiras, mesmo sem um risco aparente? Situações como ir à padaria sozinho, entrar em um elevador com vizinhos, ser apresentado a alguém ou frequentar ambientes com mais pessoas podem, em alguns casos, gerar desconforto ou insegurança.

Quando esses comportamentos passam a interferir na rotina, é importante estar atento. Segundo a psicóloga Irani Silva, do Centro Clínico (CC) da Hapvida em Mogi das Cruzes, a ansiedade pode estar entre os fatores associados a esse tipo de reação, manifestando-se de diferentes formas. “Muitas vezes, trata-se de uma antecipação de situações percebidas como negativas, mesmo sem uma ameaça concreta”, explica a especialista.

Nesses casos, buscar orientação profissional pode ser um passo importante. Caso o paciente não possa fazer a consulta presencial, a teleconsulta, tão exercida nos dias de hoje, possibilita a conversa com profissionais de saúde por meio de canais digitais, de forma acessível e segura.

“O acompanhamento profissional pode contribuir para que o paciente compreenda melhor seus sentimentos e desenvolva estratégias para lidar com essas situações, além de reforçar a percepção de que ele não está sozinho”, destaca Irani.

A especialista também ressalta que, quando não acompanhados, quadros de ansiedade podem evoluir e impactar a qualidade de vida. Por isso, a orientação adequada é fundamental para avaliar cada caso e indicar, quando necessário, o suporte terapêutico mais indicado.

Especialistas orientam sobre sinais de alerta para quadros de ansiedade e destacam a teleconsulta como alternativa para ampliar o acesso ao atendimento psicológico e psiquiátrico

Redação

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