Paixão que une famílias

Publicado em 15 18:05:46/03/2018

     

Atenção, fãs da Copa do Mundo, o grande dia está chegando. Não, ainda não será anunciada a escalação do time do técnico Tite para a busca do hexacampeonato. É o álbum da Copa do Mundo 2018, que será colocado à venda na terça, dia 20, mas que já está em pré-venda em alguns sites. A brincadeira de colar figurinhas ultrapassa barreiras de gênero, idade, nível de instrução ou status social – mesmo com o aumento do preço do pacote de figurinhas, que vai custar R$ 2. A busca por completar o álbum da Copa, inclusive, reúne fãs de todas as idades em grupos de trocas de figurinhas e é capaz de unir gerações dentro de uma família. É o caso da assistente de monitoramento Letícia de Oliveira Santos, de 26 anos. Na Copa passada, que aconteceu no Brasil, ela fez questão de marcar o momento da realização do torneio no país com a coleção de figurinhas. “Eu ia ao shopping para trocar figurinhas e até anunciava no Facebook as que faltavam para poder trocar com conhecidos”, revela a jovem. O seu grande parceiro para completar o álbum foi seu pai, João Placidino. A brincadeira rendeu vários momentos a dois, o que só estreitou a relação entre pai e filha. “Muitas vezes ele ia à feira no domingo e trazia vários pacotes de figurinhas e nós sentávamos juntos para colar e fazer listas das que faltavam”, relembra a assistente. Este ano, Letícia vai voltar a fazer a coleção, mas desta vez, o parceiro será outro: “Já combinei com o meu namorado Rafael de colecionar juntos”. Paixão herdada Desde criança, o jornalista Ronaldo Andrade coleciona álbum de figurinhas. Mas a paixão pelo futebol – ele é palmeirense roxo – e a vontade de, finalmente conseguir completar um álbum o tornou um verdadeiro caçador de figurinhas na Copa passada. “Participei de grupos de trocas em redes sociais e participei de encontros com grupos de colecionadores”, conta. E o álbum da Copa de 2014 foi particularmente especial para Ronaldo: foi o primeiro que completou e teve a companhia do seu filho Felipe, de nove anos, durante todo o processo. Ele destaca que, numa época em que os contatos sociais se resumem cada vez mais aos meios virtuais, poder ter uma brincadeira saudável com o filho e com outras pessoas traz de volta o mundo do contato interpessoal. “Esse contato com outras pessoas que estão colecionando é muito bacana e divertido”, confessa, acrescentando que não vai esperar o lançamento do álbum nas bancas. “Já encomendei o meu”.






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