O bem-estar através da dança

Publicado em 08 19:41:08/03/2018

     

Uma música sensual, um par de sapatos de salto alto e muita leveza e sensualidade. Esses são os requisitos para as praticantes do stilleto, uma modalidade de dança que tem conquistado as alunas de várias academias da cidade. As aulas são comandadas pelo professor de dança Roberto Maiolo, de 38 anos, que, dia após dia, percebe entre as participantes uma mudança no estilo de vida. “Em cima de um salto a gente se vê de outra forma, elas se redescobrem”, conta o dançarino. Para ele, a prática da modalidade tem elevado não só a qualidade de vida das mulheres, como também tem alavancado algo que, com a rotina do dia a dia, elas deixam esvanecer: a autoestima. “Na dança elas resgatam o valor de olhar para elas mesmas e se reconhecerem na vaidade. O salto é mágico, eu sempre faço a comparação do salto com o universo da cinderela e com o Mágico de O, porque o salto é uma ferramenta transformadora”. A psicóloga Ândrea Rosa, 40, conheceu o Stilleto precisamente no Dia Internacional da Mulher. “Eu não tinha um tempo para mim, um momento para mulher e, naquele momento, comecei a encarar aquilo como desafio e fui descobrindo em mim uma mulher que eu não conhecia, me deu liberdade e valorização”, afirma. Já a vendedora Adriana Guimarães, 46, conta que a elevação da autoestima e a empolgação são fatores determinantes em qualquer fase da vida. “acredito que a pessoa tem que se valorizar, se dar a oportunidade. Faz bem para a alma e para o ego, é um momento meu”. Ao comentar sobre a valorização da mulher na dança e na vida, o professor ressalta a importância que se deve dar ao empoderamento feminino. “As mulheres precisam se dar valor, porque, para mim, o universo é feminino. Elas precisam se respeitar mais, se permitir mais. O estado de espírito automaticamente vai te levar a crer está mais bonita e querer se embelezar ainda mais”.






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