Marcela Campos

Publicado em 02 07:19:26/03/2018

     

Com a leveza de quem mostra o talento na ponta dos pés, Marcela Regina Ferraz de Campos Bastos, 52, representa a graciosidade feminina da dança. Há 33 anos à frente de uma das principais escolas de balé da região, se destaca pela variedade de aulas, como streetdance, balé clássico e de repertório, contemporâneo, jazz, baby class, danças de salão e aulas de defesa pessoal Krav Maga. Nascida em Mogi, cresceu no Parque Monte Líbano, na casa onde hoje funciona a escola. Da sua infância, recorda o presépio vivo que os avós Geralda e José organizavam todos os natais na igreja. Desde cedo despertou o talento para o balé: se formou aos 17 anos na escola Regina Ballet, frequentou a Escola Municipal de Bailado, em São Paulo, e tem cursos de profissionalização em academias renomadas como Ballet Stagium e Joyce Ballet.

Marcela Campos | Bailarina

Aos 18 começou a dar aula, assim que se formou, abriu a sua própria escola, primeiro no centro, e, um ano e meio, mudou para o lugar atual.  Durante 25 anos trabalhou dando aula e consolidando o seu nome na região. A escola coleciona prêmios e formou nomes importantes do balé nacional e internacional, como Gabriel Lopes, bailarino da Bolshoi Brasil, Ricardo Graziano, do Tulsa Ballet e Letícia Taguchi, do Teatro Argentino de La Plata. Mora no Alto Santana, é casada com Paulo Roberto. Dedicada à escola, não esconde o carinho pelas alunas. “Elas são as minhas filhas”, reforça. Em família, gostam de curtir a cachorrinha Brigitte e aproveitar as casas de praia em Caraguatatuba e Cambury. Na cozinha, ela confessa: quem manda bem é o marido, especialmente com a sua Lasanha de Berinjela. “Eu só fico de ajudante”, brinca. Capricorniana, é persistente, porém muito ansiosa. Aos 40 anos parou de dançar por problemas de artrose nos joelhos, mas segue mantendo a forma física com caminhadas. Adepta do estilo esportivo, não dispensa abrigo e calças leggings. Gosta da cor rosa e prefere os aromas florais. Recomenda o livro “Adeus, China – O Último Bailarino de Mao”, de Li Cunxin, e o filme “O Sol da Meia-Noite”, com Mikhail Baryshnikov. Adorou conhecer Mônaco e, no Brasil, elege as belezas de Fernando de Noronha. Seu sonho é uma viagem para Portugal. Pretende resgatar um projeto de bolsas de estudo para bailarinos meninos. Cristã, a filha do historiador Jurandyr de Campos, 81, e de Marlene, 76, agradece aos pais todo o apoio dado na abertura da escola. Na vida, se esforça para fazer o bem. Sua frase é de Lewis Carroll, em Alice no País das Maravilhas: “A única forma de chegar ao impossível é acreditar que é possível”.






Telefone: 11 4798.8444
Celular: 11 9 3802.6290

© 2020 Copyright - Todos os direitos reservados