Caos e filas em postos

Publicado em 24 18:14:11/05/2018

     

O presidente da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), Marco Zatsuga, enfatizou na quinta-feira (24) a grande preocupação com os reflexos da paralisação dos caminhoneiros no comércio. A entidade teme, principalmente, o desabastecimento de mercadorias. “Já temos informações de postos que estão deixando de atender os clientes porque o estoque de combustível já acabou. Algumas padarias, por exemplo, temem a falta de trigo para a produção de pães já neste final de semana se a paralisação dos caminhoneiros persistir. O abastecimento de carne e outros itens de frigoríficos também está comprometido”, constata o presidente. Transporte coletivo O transporte em Mogi também deve continuar em estado de alerta com a greve dos caminhoneiros. Desde a manhã de quinta-feira (24), foi adotado um plano emergencial com a redução de 37 ônibus em 28 linhas municipais, o que ampliou os intervalos entre os coletivos, em decisão acordada entre a Prefeitura e as concessionárias. A empresa CS Brasil opera com 22 ônibus a menos, em 18 linhas. Já a Princesa reduziu a frota em 15 veículos, em 10 linhas. A Prefeitura recomenda ainda economia de água para os bairros que são atendidos por caminhão-pipa, como Parque São Martinho, Chácara Guanabara e Jardim Nove de Julho, Em serviços como a coleta de lixo, o abastecimento dos caminhões é feito pela empresa contratada pela Prefeitura para executar os serviços de coleta e destinação do lixo. A companhia já expressou preocupação com a situação, mas assegurou que está adotando as medidas possíveis para que o serviço não seja comprometido.






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