Câmara suspende salários de vereadores presos

Publicado em 11/09/2020

     

As propostas para abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara de Mogi para apurar a denúncia de corrupção que prendeu vereadores, assessores e empresários na última semana não avançaram por falta de assinaturas. Na quinta-feira (10) foi encaminhado ao prefeito Marcus Melo um requerimento assinado por todos os vereadores, solicitando ao chefe do Executivo que envie cópias, na íntegra, de todos os contratos, processos administrativos e editais relacionados com as investigações do Ministério Público (MP), para que sejam tomadas as medidas necessárias. 

Além disso, a Câmara também suspendeu os pagamentos dos subsídios dos vereadores Mauro Araújo, Carlos Evaristo, Jean Lopes, Diego Martins e Chico Bezerra a partir da data da determinação das prisões preventivas, bem como dos funcionários detidos Willian Casanova e André Alvim, que também serão exonerados de seus cargos. A Câmara salienta que, na determinação do MP, não houve menção ao vereador Antonio Lino da Silva, que também é averiguado no processo e, segundo informações, encontra-se foragido.  

A Prefeitura de Mogi informou, via Coordenadoria de Comunicação, que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações no processo. O Executivo informa que fornecerá todas as cópias dos contratos relacionados com a investigação do MP, mas afirma que tudo foi feito dentro da legislação e que, inclusive, as empresas vencedoras dos referidos contratos foram as que apresentaram menor preço.






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