E lá se foi um ano de pandemia

Publicado em 12/03/2021

     

Vamos completar um ano de quarentena. Mas parece que nunca saímos daquele março de 2020. E pouco ou nada aprendemos neste ano de isolamento, no que toca a ações públicas para enfrentarmos este flagelo na nossa saúde e economia.

Morre-se mais de Covid hoje do que há um ano. Mesmo com a vacina, que chegou aqui no início de 2021, estamos longe de ser exemplo no número de vacinados. Nossos governantes, em todas as esferas, ainda seguem meio perdidos sobre o que fazer. Ainda pagamos o pato pela vaidade de uns e pela incompetência de outros. As denúncias de superfaturamento lá no início da pandemia chegam agora com alto preço, com gente morrendo por não ter leito de UTI. 

No Congresso, se discute novamente se haverá ou não auxílio emergencial. Enquanto isso, comércios fecham de novo. Para grandes empresas é fácil. Mas e os pequenos e médios empresários, que lutam contra alta carga de impostos para manter seus negócios abertos? Não dá para viver com esta incerteza. Eles precisam de ajuda. Então, que tal comprarmos dos comerciantes da nossa cidade? Não, a situação não está fácil para ninguém! Mas é nessa hora que precisamos valorizar quem faz por ajudar, quem mantém os colaboradores e negocia o possível e impossível para ajudar quem precisa. O isolamento social e a preservação da saúde pública são prioridades, ao mesmo tempo que é necessário realizar ações para garantir a renda e a manutenção do emprego durante este período.

E vamos relembrar aquilo que falamos lá em 2020, mas que muita gente desaprendeu. Pessoal, é sério. Usem máscaras. Isso é fundamental para preservar a saúde de todo mundo para que logo possamos voltar a ter um pouco de normalidade nas nossas vidas. Não aglomerem, vamos esquecer um pouco as festinhas. Se lá no início ninguém fazia festa, com algumas centenas de casos por dia, por que fazer agora, com mais de dois mil mortos diariamente? 

Ninguém imaginaria, lá no dia 24 de março de 2020, que, quase um ano depois, ainda estaríamos vivendo este pesadelo. Culpa de quem? De todos. Mas agora temos vacina. Está mais perto da vitória. Só falta bom senso para que todos tenhamos nossa vida de volta.






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