Mogi das Cruzes na época colonial – Parte II

Publicado em 11/10/2019

     

O quadro higiênico e sanitário dos primeiros anos da nossa Mogy Antiga era o mais precário possível.

Naquela época, era comum ver porcos fuçando a lama no meio da rua, e os bois e cavalos viviam soltos. A coisa chegou a tal ponto que a Câmara determinou que cada morador retirasse da frente das portas de suas casas estercos e maus cheiros.

A maior parte da área urbana era constituída de terrenos baldios.

A luta contra doenças em geral e as epidemias era um grande problema. Veja os nomes de algumas doenças daquele tempo: bexigas, priorizes, tabardilho, câmaras de sangue, achaque intrínseco, obstrução, enfermo de ar, paralisia, gota, coral, peste, lepra, icterícia, febres e outras.

Curiosidade: A cachaça era usada como remédio ao lado de outras drogas no tratamento da varíola e sarampo.

Quanto à indústria, naquela época se fabricava móveis, fiava-se algodão, se fabricava marmelada, se curtia couro e se produzia sapatos, roupas, cerâmicas, pinga, açúcar, vinho, canoas e muitas outras coisas.

Quando se criou a vila de Santana de Mogi, é claro que não houve eleição. A ata referente ao dia 1 de setembro de 1611diz que para comporem o primeiro governo da terra, o capitão Gaspar Conqueiro escolheu “os mais suficientez” e nomeou Braz de Pinha e Antonio Paz para juízes ordinários, a Francisco Vaz Coelho e a Gaspar Colaço para vereadores e Antonio Fernandes para procurador do Conselho.

Fonte: Mogi das Cruzes de 1601 a 1640 – Isaac Grinberg – 1981






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