Alto Tietê reduz óbitos por coronavírus em 44%

Publicado em 10/08/2020

     

Em um mês, o Alto Tietê reduziu em 44% os óbitos por coronavírus. Na 10ª atualização do Plano SP, apresentada na sexta (07/08) pelo governo estadual, a região registrou reduções também no número de internações e de ocupação de leitos de UTI. O desempenho é um dos melhores do Estado e possibilita que, ao entrar na quinta semana consecutiva da fase amarela, tenha flexibilidade para começar a retomada de eventos, convenções e atividades culturais.

Em 10 de julho, quando mudou para a fase amarela, o Alto Tietê registrava uma variação de 1,34 nos óbitos. Hoje, esse índice caiu para 0,75. A região contabiliza, segundo a estatística estadual, 2.053 vítimas fatais. Esse número considera as 11 cidades do CONDEMAT – Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê que integram a sub-região leste da Grande São Paulo (Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano).

Nas internações, a redução foi de 4% - era 0,98 em 10 de julho e hoje está em 0,94. Na ocupação de leitos de UTI, a variação diminuiu 7,1% - de 59,0 baixou para 54,8.

“Tivemos redução nos principais indicadores de capacidade hospitalar e evolução da epidemia, com destaque para os óbitos. Isso é resultado do trabalho das administrações municipais e da colaboração da população”, avalia o presidente do CONDEMAT, prefeito Adriano Leite. “O grande desafio é manter essa melhoria para que, de forma segura, possamos continuar avançando”, acrescenta.

Mais flexibilização

Das seis sub-regiões da Grande São Paulo, quatro delas permanecem na fase amarela e duas regrediram para o laranja – norte (região de Franco da Rocha) e oeste (Barueri). O Vale do Paraíba, que é vizinho ao Alto Tietê, passou da etapa vermelha para a laranja.

Com a atualização, o Alto Tietê entra na quinta semana da fase amarela, o que faculta a flexibilização de eventos, convenções e atividades culturais, com regras de seis horas por dia, 40% da capacidade, controle de acesso, assentos marcados e distanciamento social, entre outras regras.

A reabertura dos cinemas, assim como os eventos em salões e clubes, fica sujeita ao que cada prefeitura definir e aos protocolos de segurança estabelecidos. “As cidades devem avaliar as atividades que são realmente relevantes e os protocolos de segurança”, conclui o presidente do CONDEMAT.






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