Paulo Betzler

Publicado em 05/02/2021

     

Em uma feliz coincidência, entrevistei em live no dia 3, o produtor musical Paulo Roberto Betzler, data em que também comemorou seu 48ª aniversário. Com faro aguçado para a cultura mogiana, ele foi o grande idealizador do I Prêmio História da Música Mogiana, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc e que homenageou 11 artistas da cidade, escolhidos por voto popular. No dia 10, a cerimônia será exibida em seu canal no YouTube e ele ainda adianta que está em construção de um site sobre os músicos mogianos. Paulistano, morou no bairro Santana até os seis anos, quando a família foi para Santa Catarina e veio para Mogi aos 11. Das mais doces lembranças da infância, cita um de bem pequenino, ouvia no colo a vó Yolaine cantando para ele “Se Essa Rua Fosse Minha”. Estudou na ULM – Universidade Livre de Música e participou de uma pesquisa na área de Arte-Educação no Maranhão. A paixão pela percussão é antiga, de quando ainda criança ia ao centro de Candomblé com a tia Bebé e ficou fascinado com o batuque dos atabaques..

 Paulo Betzler | Produtor cultural

 

 Aos 11 anos, ainda em Santa Catarina, ajudava a cuidar da pequena horta do tio, e ganhava uns trocadinhos. Ao longo da vida, até se estabelecer na música, foi padeiro, garçom e até cantador de bingo quando morou em Bauru. Como artista, tocou na noite mogiana e paulistana e em 2004, coordenou um projeto social no Botujuru por 10 anos. Também participou de projetos de musicalização com crianças e idosos em Suzano e Mogi. Paulo mora no Jardim Maricá, é casado com a psicóloga Denise, pai do Enzo, de 12, do primeiro casamento, da Sophia, 11, e do caçula Benício, de sete. Nos tempos livres, curte a família, com partidas de videogame com os pequenos e com serões, tocando música. Vegetariano, sua grande especialidade é a gastronomia árabe, com Esfihas de Abobrinha. Aquariano, se diz passional, determinado, porém muito metódico. Palmeirense, gosta de ver futebol, caminhar e coleciona discos de músicos mogianos. “Tenho mais de 100”, revela. Seu estilo é casual e gosta de usar batas. Gosta da cor branca e não é muito ligado em perfume. “Uso o que a Denise me der de presente”, brinca. Seu livro de cabeceira é “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Marquez, e o filme favorito é “A Casa dos Espíritos”. Sua melhor viagem foi com a esposa, para Visconde de Mauá-RJ. Seu sonho é voltar a morar em Florianópolis e seu principal projeto é ver os filhos felizes e bem encaminhados. Espiritualista, devoto de São Jorge, protetor dos músicos, o filho de Marlene Betzler atribui à avó Yolaine os grandes ensinamentos, como a honradez e o caráter. Na vida, acredita que estamos aqui de passagem. Sua frase: “A arte é um meio para cura”.

 

 






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