Edição 1165

Publicado em 11/12/2020

     

Despedida

Devotos de toda a cidade se reuniram na manhã de quarta, 9, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Roque, no distrito de Brás Cubas, para homenagear e se despedir do Padre Francisco Deragil de Souza. Ele morreu na terça-feira (8) por complicações de uma pneumonia em decorrência da Covid-19. Dezenas de fiéis acompanharam a passagem do carro funerário que transportava o corpo do Padre, que passou em frente à igreja. O corpo seguiu para sepultamento no Cemitério Parque da Oliveiras. Em seguida, o bispo Dom Pedro Luiz Stringhini presidiu missa exequial, transmitida ao vivo pela Internet. “O padre Francisco nos deixou grande saudade e legado de 20 anos de trabalho. Em todos os sentidos ele foi primoroso, na evangelização, com as crianças e jovens, na construção da igreja... Hoje agradecemos com lágrimas nos olhos e o coração apertado por nos despedirmos de um amigo tão querido”, disse Dom Pedro.

 

Programa de vacinação

O ministro Eduardo Pazuello, da Saúde afirmou que a liberação da vacina pode acontecer entre dezembro e janeiro. Um dia antes, o ministro havia dito que essa liberação poderia acontecer em março. A antecipação deve estar relacionada com a ação que a OAB apresentou no STF, apontando omissão do governo Jair Bolsonaro em razão da demora em fornecer um plano definitivo nacional de imunização e garantir o efetivo acesso da população à vacina contra a Covid-19.

 

Nem todos receberão a vacina

O governo paulista anunciou que a vacinação contra Covid-19 começará no dia 25 de janeiro, dia do aniversário de São Paulo. Na primeira fase, serão aplicadas 10 milhões de doses da Coronavac, vacina chinesa produzida localmente no Instituto Butantan. A imunização nesta etapa deverá ser voltada para profissionais de saúde, pessoas acima de 60 anos, indígenas e quilombolas. A aplicação ainda depende da aprovação da vacina pela Anvisa.

 

Pronto-Socorro

O Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo passará a atender apenas casos graves de urgência e emergência a partir do dia 15. A medida foi tomada em comum acordo com todos os municípios do Alto Tietê. Atualmente, 73% dos atendimentos no local são de casos com menor gravidade, como dor de cabeça, resfriado e trocas de receitas médicas. 

 

Contra a medida

Autoridades da região já se mostraram desfavoráveis à medida. O deputado federal Marco Bertaiolli esteve com o vice-governador, Rodrigo Garcia e apelou para que o atendimento no Pronto-Socorro não seja alterado. Garcia garantiu que o Governo de Estado vai estudar o pedido. O prefeito eleito Caio Cunha também já se posicionou contrário à medida. “Lutaremos e trabalharemos para reverter essa situação, que pode prejudicar - e muito - a saúde de toda população do Alto Tietê”.

 

Abrigos 

A vereadora Fernanda Moreno (MDB) apresentou uma moção de apelo à Prefeitura, para que a administração municipal mantenha os abrigos emergenciais destinados a pessoas em situação de rua, abertos durante a pandemia. O contrato expira no dia 31 de dezembro.






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