José Pinheiro Franco Filho | Advogado >
Austero na profissão, porém divertido, ávido por conhecer novos lugares e viajar em
sua moto com a esposa na garupa, José Pinheiro Franco Filho, 54, é um dos associados ao escritório
Pinheiro Franco e Advogados, com unidade também na capital. Em Mogi, na nova sede de apenas três meses, agrega uma equipe com sete advogados especializados em várias áreas, exceto a criminal; um administrador, o filho Guilherme; e um economista. Mogiano, nasceu no dia 25 de setembro no hospital Santana, morou em vários locais na cidade, porém os que mais gostou foi a casa da Senador Dantas e a da Praça da Bandeira. Aos sete anos, adorava pescar com o avô materno Alfredo. “Eu lembro que um dia a gente até pegou um caranguejinho de água doce”, conta. Em 79, formou-se em Direito pela UMC, fez cursos de complementação para agregar conhecimento à carreira e formação profissional em RH, no Instituto de Ensino Methalatin,
na cPpital. Ser advogado foi para ele um caminho natural, espontâneo.
“Foi genético. Minha família é quase toda formada por advogados”, justifica.
Austero na profissão, porém divertido, ávido por conhecer novos lugares e viajar em
sua moto com a esposa na garupa, José Pinheiro Franco Filho, 54, é um dos associados ao escritório
Pinheiro Franco e Advogados, com unidade também na capital. Em Mogi, na nova sede de apenas três meses, agrega uma equipe com sete advogados especializados em várias áreas, exceto a criminal; um administrador, o filho Guilherme; e um economista. Mogiano, nasceu no dia 25 de setembro no hospital Santana, morou em vários locais na cidade, porém os que mais gostou foi a casa da Senador Dantas e a da Praça da Bandeira. Aos sete anos, adorava pescar com o avô materno Alfredo. “Eu lembro que um dia a gente até pegou um caranguejinho de água doce”, conta. Em 79, formou-se em Direito pela UMC, fez cursos de complementação para agregar conhecimento à carreira e formação profissional em RH, no Instituto de Ensino Methalatin,
na capital. Ser advogado foi para ele um caminho natural, espontâneo.
“Foi genético. Minha família é quase toda formada por advogados”, justifica.
José Pinheiro Franco Filho | Advogado
Na adolescência, Pinheirinho serviu o Tiro de Guerra, onde saiu como terceiro sargento reservista. Aos 20 anos, funcionário público concursado, trabalhou na Prefeitura de Mogi por um ano, quando um grave acidente de moto deixou-o impossibilitado de exercer quaisquer atividades. Como advogado, atuou em vários lugares, morou durante nove anos na Bahia, a serviço da empresa Química Fina. Ele mora no Parque Monte Líbano e, em sua segunda união, está casado com a comerciante Alyne, que conheceu ainda criança e se encantou no reencontro pela rede social Orkut. É pai de Julia, 28, e Guilherme, 26, e é muito querido pelas filhas da esposa, Renatinha e Bia. Seu paladar é trivial, o prato favorito é o arroz com feijão, bife e farofa, bem feitinhos. Possui uma coleção com mais de 500 CDs e entre os cantores preferidos, lista os clássicos James Taylor, Carpenters e Santana. Independente do acidente sofrido, é apaixonado por motos, tem duas da marca BMW e adora passear com elas. Seu estilo é social e os destaques para a escolha do traje são os paletós e gravatas. Gosta da cor azul royal e perfuma-se com Calvin Klein. Libriano, é objetivo, realista e um tanto cético. Recomenda o livro ‘Um Pilar de Ferro’ escrito pelo orador romano, Marco Túlio Cícero, e o filme ‘Em Algum Lugar do Passado’. Adorou conhecer os glaciares de El Calafate na Argentina. Seu sonho de consumo é uma nova moto da BMW e seu projeto é a expansão da empresa com novas parcerias. Católico com predileção a São José e Nossa Senhora de Aparecida, sua prece é o Pai Nosso e aprecia também o espiritismo. O melhor ensinamento dos pais Vanda, 75, e o saudoso José Pinheiro Franco foi sempre ter paciência com os filhos. Para ele, a vida é um espelho, como na lei do retorno, o que se planta, se colhe. Acredita também que devemos ter atitude para poder estar a frente quando uma decisão for tomada, por isso sua frase: “Todo boi que acorda tarde toma barro”.
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