O Brasil que elas querem

Publicado em 11/10/2018

     

A criança não precisa esperar ficar adulta para começar a fazer coisas importantes. Tem criança que desde pequena já abraça uma causa e vai atrás de um jeito para resolver as coisas do seu tema de interesse. É o caso da pequena Helena Lamas Prado. Com apenas seis anos, ela já mostra que o nosso futuro está em boas mãos: com gente que se preocupa e que faz a diferença, mesmo que seja em pequenas ações do dia a dia.

No dia 25 de setembro, ela teve uma atitude que surpreendeu a todos. Pegou uma cartolina, fez um desenho e escreveu: “Não jogue lixo na rua e respeite o meio ambiente”.Depois, colou o cartaz no portão de sua casa. Questionada sobre o porquê da ação, ela responde com a típica pureza das crianças: “Para ajudar o planeta!”.

Mas não é só isso que Helena faz para ajudar o meio ambiente. Segundo a mãe, Shenia Lamas, a pequena é um exemplo quando o assunto é a preservação da natureza. “Apesar da pouca idade, ela é super preocupada”, reitera. 

E não é que a pequena Helena dá show quando o assunto é mostrar aos mais velhos como agir em sociedade? Além de referir que é muito importante “não desperdiçar água”, ela reforça um assunto que está em falta nos dias de hoje, onde o ódio impera. “O Brasil que eu quero é aquele onde haja respeito entre as pessoas”, diz, tímida.

 

Amigo dos animais

Murilo Alberto de Mello, de 10 anos, herdou da mãe, Renata, o amor pelos animais. Apesar da tenra idade, ele participa ativamente dos eventos do Grupo Fera, organização que se dispõe a cuidar de cães e gatos abandonados, e virou praticamente o garoto-propaganda da ONG. “Eu ajudo minha mãe a cuidar dos animais e a doá--los para uma nova família”, conta. E, tal como Helena, ele já sabe o conselho certo para dar aos adultos: “As pessoas precisam levar mais a sério o cuidado com o seu animal que foi adotado”. 

 

Empatia no sangue

Marina Aiko Odorize Veiga, de seis anos completos no dia 10, é uma criança como as outras da idade: briga por brinquedo, disputa pelo doce, chora quando se machuca. Mas os pais Eder e Juliana sempre souberam que a sua filha tinha a empatia no sangue. “Marina conta que algumas vezes é empurrada por algum amigo especial, mas que não tem problema, ela levanta e insiste em brincar com ele de novo. Ela não só não se afastou, como continuou insistindo na amizade”, explica Juliana Nakagawa. A pureza de Nina, como é carinhosamente chamada, a leva a colher frutos hoje, que com certeza vão persistir no futuro. “Ela não faz distinção. Até pouco tempo atrás, ela não via diferença entre eu, que sou japonesa, e o pai dela, que é branco. Acho que a pureza está nisso: as regras valem para todos igualmente, assim como os direitos são de todos igualmente”, finaliza a mãe.






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