Iduígues Martins

Publicado em 08/02/2019

     

Sempre defendendo os seus ideais, Iduígues Ferreira Martins, 57, está no seu segundo mandato como vereador na Câmara Municipal de Mogi das Cruzes. Ainda este ano, ele pretende ver aprovado um dos seus projetos de lei sobre normas de segurança que prevê a obrigatoriedade da presença de um bombeiro civil em locais com aglomeração acima de 500 pessoas. Mineiro de Carlos Chagas, antes de se mudar para a zona leste paulista, aos sete anos, lembra com saudade dos banhos no rio Mucuri, que passava em frente à sua casa. “Era sair pela porta e mergulhar diretamente no rio”, brinca. Formado em Direito pela UBC, viu nos movimentos sindicais e políticos uma forma de mudar a vida das pessoas. “A política é um instrumento de transformação”, afirma.

 

Iduígues Martins | Vereador

 

Aos 13 anos, ajudava o pai a vender bilhetes da Loteria Federal. Dois anos depois, entrou pelo Senai na indústria Nitroquímica, como menor aprendiz na manutenção. Aos 18, ingressou na Skol, onde ficou por dois anos. Aos 20, iniciou sua trajetória na área de manutenção da Suzano, de onde é licenciado hoje. No Sindicato dos Papeleiros, onde entrou em 1990, foi presidente por 12 anos. Mora na Vila Lavínia, é casado há 32 anos com Maria José Mariano, e pai da turismóloga Mayara, de 25 anos. Nos tempos livres, gosta de aproveitar a chácara da família, na Mogi-Bertioga, e a casa de praia na Vista Linda. Confessa que não se dá bem na cozinha, mas é só elogios para a comida da esposa. “Ela faz uma galinha caipira deliciosa, com galinhas da chácara”, conta. Como bom aquariano, é tranquilo e aberto ao diálogo, porém confessa que precisa organizar melhor a sua agenda de compromissos. Mantém a saúde com corrida e musculação. Sua cor é o vinho e adota o estilo social ao se vestir, sempre com camisas sociais de manga longa, mesmo no verão. Recomenda o livro “A elite do atraso”, do sociólogo Jessé de Souza. Fã de filmes, indica ”Uma Noite de 12 Anos”, que conta a história do ex-presidente do Uruguai José Mujica. Conheceu 21 países pelo sindicato, mas se apaixonou por Helsinki, na Finlândia. No Brasil adora as belezas de Salvador-BA. Faz aulas de inglês com professor particular para aprender a se comunicar melhor nas suas viagens. Católico, o sexto de oito filhos do saudoso Oto e de Edith Ferreira Martins, 89, aprendeu com os pais a importância de trabalhar desde cedo. Na vida, valoriza a gratidão e a humildade. Sua frase: “Eu sou feliz”






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