Cidades

10 de novembro de 2017
 

Abrigos vão fechar as portas

A secretária municipal de Assistência Social, Neusa Marialva, esteve esta semana na Câmara para apresentar as estratégias de enfrentamento à interrupção, ano que vem, dos serviços de três unidades de acolhimento institucional, sendo Obede Edom e Casa Renovação, que são subvencionadas, e a Associação São Lourenço, que atuava com recursos próprios.
Questionada sobre o destino destas 60 crianças e adolescentes abrigadas atualmente nestas entidades, Neusa esclareceu: “Estas organizações não vão agir de forma irresponsável e radical. Haverá um período de transição, para garantir que elas que já sofreram todas as violências possíveis não tenham de passar por um rompimento brusco como este”.
Dentre as principais ações da Pasta, Neusa informou que a Prefeitura fará no início de 2018 um chamamento público para que novas organizações absorvam a demanda de crianças e adolescentes que necessitem de acolhimento institucional. Segundo dados apresentados pela secretaria, Mogi das Cruzes conta hoje com seis abrigos que acolhem, ao todo, 145 crianças e adolescentes.
Outro importante ponto esclarecido pela secretária é que o fechamento destas três entidades não se deve, especificamente, a motivos financeiros ou problemas com repasses de recursos públicos.
A diretora da Casa Renovação, Rosana de Sant’Ana Pierucetti, que participou do encontro, confirmou a informação e explicou que o motivo do encerramento das atividades da entidade foi “mudança de foco”: “Optamos por focar nossa atuação no acolhimento de mulheres em situação de violência e seus filhos, por meio da Recomeçar, por isso decidimos interromper a atendimento da Casa Renovação. Quanto ao desligamento das crianças, já iniciamos este processo, que se estenderá até abril, de forma gradativa”. Das 20 crianças e adolescentes que abrigava, a Casa Renovação conta com apenas oito, atualmente. Os demais foram reencaminhados para novos abrigos.

Trabalhos

Sobre a Obede Edom, com capacidade para até 20 crianças e adolescentes, a secretária disse que a interrupção do serviço se deve a uma questão administrativa. Já a Associação São Lourenço, que abriga 33 crianças e adolescentes, diante da necessidade de contratar mais profissionais para o atendimento adequado, optou por desenvolver outras ações sociais na cidade. Segundo a secretária, a associação está totalmente aberta para fazer o processo de transição: “Estabelecemos como prazo o mês de abril, mas podemos ampliar esta data”, finalizou.





 
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